Após a aprovação do Código Florestal no Senado e sua provável aprovação em tramitação na Câmara, para onde volta porque houve modificações do texto, a bancada ruralista no Congresso Nacional se mobiliza para mais um embate com ambientalistas. Trata-se da proposta de emenda constitucional (PEC) 215, que transfere do Executivo para o Legislativo a competência exclusiva para aprovar a demarcação das terras indígenas e ratificar as demarcações já homologadas. Também estende essa prerrogativa na demarcação de áreas de conservação ambiental e terras quilombolas. Leia mais em: http://www.molon1313.com.br/terra-indigena-e-o-proximo-alvo-dos-ruralistas/
O Projeto CRESCER E VIVER formula, promove e executa programas, projetos, ações e atividades nas áreas de formação, produção, difusão e fruição das artes circenses e performáticas, E CONVIDA TODOS para um encontro, confraternização e troca entre vários artistas, criadores e público 10 apegados.
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Entrada Franca e todo mundo entra, assisti e atua se quiser!!
Domingo, 18 de Dezembro de 2011, das 18h às 23h
Endereço: Rua Carmo Neto, 143 – Cidade Nova (em frente ao metrô Praça Onze) – Rio de Janeiro
O deputado federal Alessandro Molon, considera um erro gravíssimo, dizendo que não há legitimidade nessa deliberação. O clima ficou tenso, quando Molon, após rejeitar o convite para participar da mesa, disse que ia debater com as instâncias partidárias para barrar mais esse desvio do diretório municipal do PT.
Na verdade isso já vinha se desenhando desde de quando o diretório juntamente com vários parlamentares, deputados estaduais, federais e vereadores do PT (dentre eles, Carlos Minc, Jorge Bittar, Adilson Pires, Robson Leite, Zaqueu Teixeira,Rodrigo Neves e Salomão) votaram a favor das OSs Organizações Sociais que tendem substituir os “currais” de serviços sociais tão execrado pelo PT em sua história ( após a ameaça do governador Sergio Cabral, de defenestrar os quadros do PT de seu governo).
Molon apesar de não ter o apoio dos diretórios, goza de muito conceito de grande parte dos militantes independentes do PT, além dos milhares de eleitores que possui, desde de sua candidatura a prefeito pelo PT, contra Eduardo Paes, no primeiro turno.
Ao saber que o ex deputado e presidente estadual do PMDB, Jorge Picciani fez um comentário ironizando sua postura.
_ “Será que a aliança se desfez porque PMDB e PT não cumpriram, ou porque aquele que recebeu a tarefa de representar o PT não estava à altura?
Por telefone, Molon respondeu à provocação:
_ De fato, houve um problema de altura. Queriam que eu me curvasse, mas fiquei de pé. Não concordo com a gestão política de Paes, um projeto político conservador. A base do PT vai questionar a aliança.
Já o vereador Adilson Pires, o maior entusiasta e beneficiado dessa deformação partidária, cada vez mais distante da real proposta petista de governo, tem esperança que se eleito (na chapa de Paes), agregará questões de cunho social ao novo governo. – Agregar? Só se for questões mesmo, disse um militante que não quis se identificar.
Tramitando na Câmara dos Deputados, o projeto de lei de cibercrimes pode criminalizar práticas online cotidianas e pode provocar uma abrupta mudança de direção no ambiente das políticas digitais progressistas do Brasil. O Comitê de Ciência e Tecnologia (CCTCI) irá votar o projeto no dia 9 de novembro de 2011.
Com base no projeto de lei, PL 84/99, patrocinado pelo Deputado Eduardo Azeredo, Cortes poderão aplicar penalidades criminais para atividades como troca de arquivos, comunicações peer-to-peer, e o uso honesto de trabalhos com copyright. Provedores de internet(ISPs) e sites como o YouTube e Flickr podem ser responsabilizados por conteúdos ilegais postados por seus usuários. E os ISPs,serviços de correio eletrônico e outros intermediários da internet irão ser obrigados a coletar e reter dados pessoais dos usuários por extensos períodos de tempo. Acadêmicos, lideres da sociedade civil edefensores dos direitos digitais se pronunciaram contra o projeto, argumentando que a lei pode interferir com os direitos civis, a liberdade de expressão e a privacidade dos cidadões brasileiros, restrigindo o uso da internet no Brasil.
Postado originalmente por Ellery Biddlee em 8 de novembro de 2011 no Global Voices Advocacy, e traduzido de forma colaborativa.
Em boletim enviado para seus eleitores no último mês, o deputado federal Alessandro Molon (PT-RJ) defendeu que o PT saia dos governos de Sergio Cabral (PMDB) e de Eduardo Paes (PMDB) no Rio de Janeiro. A opinião de Molon vai de encontro ao diretório regional do partido que já aprovou inclusive a indicação do vereador Adilson Pires como candidato à vice na chapa de Eduardo Paes em 2012.
Molon foi o deputado federal mais votado do PT em 2010 com aproximadamente 130 mil votos o que aumenta o peso de sua crítica interna ao partido. Segundo o boletim enviado por seu mandato,
“Molon tem defendido que o PT trilhe seu próprio caminho no Rio de Janeiro, deixando de participar dos governos estadual e municipal do PMDB. Molon vem propondo isso há um bom tempo e, recentemente, em encontro do Diretório Municipal da capital, sustentou a necessidade de candidatura própria do partido à prefeitura do Rio no ano que vem. Para Molon, a participação do PT nestes governos tem levado instâncias e parlamentares do partido à defesa de ideias e propostas que se chocam com as bandeiras e a história petista, provocando profunda e traumática divisão interna. Por tudo isto, nosso mandato vai continuar insistindo que o PT-RJ saia dos governos estadual e municipal do PMDB e, assim, se reencontre com sua história para construir seu próprio caminho”.
Um exemplo deste constrangimento que a participação no governo do PMDB tem causado à militância do PT pode ser vista na recente aprovação da privatização da saúde no Rio de Janeiro. Parte da bancada do partido foi obrigada a votar a favor da implementação das Organizações Sociais na saúde do estado.
No entanto, mais do que apresentar risco à aliança PMDB-PT no estado do Rio de Janeiro, a crítica do deputado deve ser encarada como uma demarcação clara junto ao seu eleitorado de zona sul.